domingo, 28 de fevereiro de 2010

Rua

Estranho.
Havia carros, cachorros,
Havia o pôr-do-sol
Mas ninguém além de mim.

Havia música, luzes
Vento e pássaros
Porém ninguém além de mim.

Duas hipóteses me invadiam:
- Uma mensagem de rádio,
a qual só eu não dera ouvidos,
anunciando o temporal.
- O frio, que voltara
Assustando os humanos
Que não podem com mudanças
só com costumes.

Nenhuma das duas me mandaria pra casa.
Do temporal, poderia me esconder.
As mudanças, torná-las costumes.

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