sábado, 3 de dezembro de 2011

RE

No dia do ocorrido era tudo perplexidade
Na semana seguinte se tornou depressão
Passaram-se os meses e virou medo
Um ano depois, comentam eles pelos cantos, voltará
Na mesma data, mas sem surpresa, pra recastigar.

Se ando pelas ruas e olho a água,
penso a vida e vejo a calmaria que voltou...
Mas as pessoas, ah, elas me enervam
com suas mãos gesticulantes e mentes sofredoras
no mercado ou na praça falam alto que virá
na mesma data, mas sem surpresa, pra recastigar.

3 comentários:

  1. Querida Gabi...
    Continuo te acompanhando, mesmo que a distância! Esses dias li um texto teu numa revista de Comunicação (falavas sobre tua escolha por cinema!) e me dei conta de que sempre sentirei tua falta!!!!
    Saudade... :(

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  2. Ah Lu! Sabes que estás presente em minhas escritas e leituras. Teus comentários e tua amizade fazem grande diferença pra mim. É a mesma coisa, sempre vou sentir falta! Mas sei que de um jeito ou de outro a gente se acompanha. (:
    Falando nisso, estou sentindo falta das dicas do teu blog, quero mais! hahaha Beijão

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  3. Aquela revista foi uma oportunidade bem legal que surgiu de mostrar escrever sobre um sentimento... Além disso, gostei da repercussão, bastante gente veio comentar que leu! Fiquei feliz.

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